Pérolas do criadouro Nova Galés.

Recebi do amigo Nadiomar Vicentini, fotos dos jóvens periquitos nascidos  em 2009 no criadouro Nova Galés. Nadiomar é criador de periquitos padrão inglês no Oeste Catarinense, mais precisamente em Chapecó- SC.  Como podemos ver nas fotos, seus periquitos se destacam por uma exelente herança genética fazendo surgir filhotes que desde tenra idade já demonstram o padrão elevado que possuem.

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Parabéns Nadiomar, seja bem vindo ao site Vida de periquito. 

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A mutação “ino”, lutinos e albinos.

Os periquitos pertencentes às mutações “ino”, lutino e albino são amarelos ou brancos e possuem olhos vermelhos. São recessivos em relação aos ditos “normais” e os normais são todos os que possuam olhos escuros, de qualquer outra cor. A mutação “ino” tem suas peculiaredades genéticas e precisamos conhecê-las para saber-mos  das possibilidades do nascimento desses tão desejados filhotes “inos”. Esta mutação se chama ligada ao sexo ou sexo ligada, onde o macho tem o papel mais importante, a prioridade em passar filhos “inos”. Os periquitos normais, “machos”  que forem filhos de um pai ou mãe “ino”, diz-se então que são “portadores de “ino” e tem alguma porcentagem nas possibilidades de passar filhotes “inos”, e para diferenciá-los entre os normais, que não portam esta mutação, usamos o sinal ( /), passando-se a escrever celeste/ino (celeste portador de “ino”) ou verde/ino (verde portador de “ino”) e assim por diante. Para facilitar de maneira geral as possibilidades basta observar a tabela:

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Beleza pura.

Não lembro mais de onde retirei esta foto na internet, qual criadouro ou qual exposição, gostaria de descobrir e se possível adiquirir uma ave desta. Na minha opinião é o periquito mais bonito que já vi  e  divido com os leitores do blog a possibilidade de saborear tanta beleza.

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Lindo três quartos.

Os criadores do Rio de Janeiro (não os de exposição), os admiradores de periquitos australianos em geral, gostam de fazer cruzamentos entre o pequeno australianinho com o periquito australiano padrão inglês, eles o chamam de três quartos.

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O resultado é que surge um periquito muito bonito e tira as dúvidas de vários leitores do Vida de Periquito mostrando que é possível sim a mistura entre os dois.

Espaço na caixa ninho.

Quem já teve a felicidade de conseguir uma ninhada com 4, 5, ou mais filhotes, já percebeu que é totalmente errado usar aquelas caixas minúsculas para a criação de periquitos. Procurando aqui e ali pela internet sempre encontramos algo útil á nossa informação, nem que seja para como não fazer. Observando uma ninhada como esta da caixa abaixo da pra sentir a dificuldade dos pais para entrar e alimentar os filhotes. Este aperto é quase sempre responsável por acidentes, defeitos físicos e morte de filhotes. Devemos optar sempre por bastante espaço, conforto e segurança, o resultado será sempre positivo. Para facilitar o uso de ninheiras maiores podemos encaixá-las por fora da gaiola e com isto melhorando também o espaço interno da mesma.

FilhotesAh-Choo_13Out20083[1]Caixa ninho pequena e apertada

Viva o topete!

Num periquito de exposição valoriza-se bastante a armação de cabeça, o formato do “topete”, sem confundir com os topetudos, uma variedade que não se viu mais no Brasil.  A este maravilhoso tufo de penas sobre a cabeça e a movimentação que o periquito faz armando e exibindo seu penteado nos faz dizer que ele é “power”.

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Resposta ao Leitor: Mestiços do padrão inglês com o pequeno australianinho.

Respondendo as perguntas de alguns leitotes apresento fotos de alguns periquitos produto dos australianos comuns com o periquito padrão inglês.

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Entre os mestiços deste cruzamento devemos então escolher os melhores filhotes de vários casais e cruzá-los entre sí. Do cruzamento dos (f1) mestiços nascerão filhotes bem próximos do padrão inglês, bonitos, mais baratos e mais resistentes. Quem não tem a intenção de criar para participar de exposições é uma excelente opção.

Familia completa dos bebês da amiga Marta

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Essas são outras fotos da nossa amiga e leitora Marta de Minas Gerais. Obrigado Marta por compartilhar conosco sua experiência na criação desta ave fantástica!

Casal lutino, ceras um pouco diferentes sim.

Alguns leitores tem me perguntado sobre a diferênça visual entre um macho e uma fêmea lutinos. As fêmeas lutinas quando estão adultas e prontas para a reprodução apresentam a cera numa cor próximo ao marrom e os machos por sua vez nunca conseguem ficar com a cera completamente azul como nos normais. Este casal pousou para esta foto na intenção de ajudar a exclarecer a dúvida.

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Foto da Semana

Este espetáculo verde claro macho, neto e bisneto de sangue europeu, já mostra aos quatro pra cinco meses de idade que não decepcionará seus parentes do velho mundo.

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Este “Bebê Prodígio” é mais uma grande expectativa do criadouro “Vida de Periquito”.